Contos à minha maneira

Na Semana da Leitura os alunos do 2.º ciclo responderam ao desafio de pegar em contos tradicionais e adaptá-los à sua maneira. Estes são os textos escritos por todos aqueles que participaram. https://www.calameo.com/accounts/6671468

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Dia Mundial da Língua Portuguesa

Sendo uma das línguas mais difundidas no mundo, com mais de 265 milhões de falantes espalhados por todos os continentes, o Português é uma das principais línguas de comunicação internacional.


Em 2019, a UNESCO decidiu proclamar o dia 5 de maio de cada ano como “Dia Mundial da Língua Portuguesa”, data
que já era comemorada desde 2009 pelos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

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Em férias, não deixes de ler!

https://visao.sapo.pt/visaojunior/2021-03-31-livros-as-sugestoes-de-abril-da-visao-junior/

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Navegar com a BE

Vamos continuar a Navegar com a BE à boleia do grande navegador que concluiu a 1.ª viagem de circum-navegação.

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Histórias que nunca metem água

A árvore da chuva, Agnès de Lestrade

https://contadoresdestorias.wordpress.com/2015/02/13/a-arvore-da-chuva/

Chua, chua, tchibum, Brita Granstrom

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Dia mundial da água – 22 de março

Vamos juntar-nos ao apelo da coordenadora do Eco-Escolas e colaborar na campanha  “H2Off – Hora de fechar a torneira“, não abrindo as torneiras entre as 22 e as 23 horas.

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Poemas partilhados

Para tornar mais rico este blogue, pedi que partilhassem comigo um poema. Aqui ficam. Obrigada pelas partilhas.

Deixem-se invadir pela poesia.

Pediram-me um poema

Pediram-me um poema

Para celebrar o dia da poesia

Anseio toda a inspiração

E o correr ligeiro da pena

Não, já não se usa a pena

Mas o teclar no laptop

Olho para as teclas

À espera dessa inspiração 

Queria mesmo escrever um poema

Desses que comovem o leitor

E o transportam para os sonhos

Para um espaço outro

Um espaço louco talvez

O teclado permanece quieto

As ideias não sobejam

Fraquejam 

Irá sair daqui poema?

Poema não sei 

Palavras, sim, direi.

Que viva a poesia!

Ana Paula Cebola

Rima XXI

¿Qué es poesía?, dices mientras clavas

en mi pupila tu pupila azul.

¡Qué es poesía!, ¿Y tú me lo preguntas?

Poesía… eres tú.

Gustavo Adolfo Bécquer (partilhado pela Sofia Silva)

Um novo mundo

Encarceram-se emoções

Tapam-se rostos

nunca um sorriso

estampa-se no olhar

Qual espelho da alma

A quem o quiser dar

A solidão aperta

Desafia a perseverança

Persistimos rumo à vida

Lembrando ser criança

Os malmequeres florescem

Agora

Indiferentes ao novo mundo

Porque ninguém tapa o Sol

Num colorido de esperança

Num canto de rouxinol

Entorpecem-nos os sentidos

Os cravos brancos despontam

Recordando tempos idos

As gentes fazem-se ao mar

Numa faina destemida

As gaivotas voam alto

sem impedimento ou afronto

Aqui

No cais onde me encontro!

Maria João Conde

Chuva na areia

Terça-feira,
quarta-feira,
quinta,
sexta,
tanto faz.
Ou desta ou doutra maneira,
domingo ou segunda-feira,
nenhuma esperança me traz.

Que eu nem sei bem pelo que espero.
Se aprender o que não sei,
se esquecer o que aprendi,
se impor meu sou e meu quero,
se, num ti que eu inventei,
nenúfares boiar em ti.

Que esta coisa que se espera
é no dobrar de uma esquina.
Um clarão que dilacera,
a explosão de uma cratera,
vida, ou morte, repentina.

António Gedeão (partilhado pela Paula Justiça)

Lá bem no fundo

Só o amor engrandece

Lá bem no fundo

Onde as cores brilham.

Só as sereias se ouvem

No fundo do mar

Onde as lágrimas se diluem.

Só os assobios ecoam

No fundo do túnel

Onde a estranheza mora.

Só a tristeza escurece

No fundo da estrada

Onde tudo vai recomeçar.

Só o silêncio subsiste

No fundo da noite

Onde se embeleza a vida.

Só o coração se escuta

Lá bem no fundo

Onde o meu mar palpita.

Paula Justiça

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Dia da Poesia – 21 de Março

Quando vier a primavera

Quando vier a primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na primavera passada.
A realidade não precisa de mim.

Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.

Se soubesse que amanhã morria
E a primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.

Alberto Caeiro in Poemas in conjuntos

A poesia, não se sabe o que é

A poesia, não se sabe o que é.

Nem é preciso.

O que é realmente importante ninguém sabe.

(Os homens, de resto, só querem saber do que sabem…)

Não devia ser assim, claro.

Mas deixá-lo.

O que ninguém sabe

é que tem o mistério e a pureza de não ser

coisa nenhuma exatamente.

Eduíno de Jesus

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Dia do Pai

As Bibliotecas do AEGN felicitam todos os pais, neste dia, presenteiam-nos com um poema e algumas sugestões de livros para ler, ouvir, ou inventar uma história a partir das imagens.

As mãos de meu pai, Mário Quintana
As tuas mãos têm grossas veias
como cordas azuis
sobre um fundo de manchas
já da cor da terra
— como são belas as tuas mãos
pelo quanto lidaram, acariciaram
ou fremiram da nobre cólera dos justos…
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braços da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas…
Virá dessa chama que pouco a pouco,
longamente, vieste alimentando
na terrível solidão do mundo,
como quem junta uns gravetos
e tenta acendê-los contra o vento?
Ah, como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mãos!
E é, ainda, a vida que transfigura
as tuas mãos nodosas…
essa chama de vida —
que transcende a própria vida…
e que os Anjos, um dia,
chamarão de alma.

O pai galinha, de Bernardino Pacheco e Raquel Pinheiro

https://drive.google.com/file/d/1SGJZhXT3cu66TtYgkUwoy-sht35g8r1D/view?usp=sharing

O meu pai, Anthony Brown

Adoro-te Pai, de Joanna Walsh e Judi Abbot

O papá das pernas longas, de Nadine Brune-Cosme

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Tranglomanglo

Tranglomanglo, tangolomango, tangomango, trangomango, tranglomango, trangolomango, são diferentes variantes, usadas em Portugal, Galiza e Brasil, como sinónimos de doença real ou imaginária que faz morrer, sumir, desaparecer inesperadamente.

https://www.rtp.pt/play/zigzag/p2723/contadores-de-historias

Este é o Tranglomanglo que o Samuel imaginou.

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